sábado, 7 de setembro de 2013

Acessibilidade



Conteúdo Acessível



Acessibilidade não é só fazer um site para portador de mobilidade reduzida.



Interagir com o seu site é realmente ter um website acessível em qualquer dispositivo desde um celular até a um palmtop.

A criação de páginas web com design acessível beneficia não só pessoas com deficiências, mas também pessoas sem deficiência, em situações e características diversas.

Seu website estará adaptado a diferentes tipos de conexão como, por exemplo, navegadores mais antigos, computadores menos potentes, ou sem mouse, e outros casos.

Seu website estará dentro dos princípios de acessibilidade preconizados pela lei federal de acessibilidade (Lei no. 10 098, de 19 de dezembro de 2000), que estabelece normas gerais e critérios básicos para à promoção da acessibilidade das pessoas portadoras de deficiência ou com mobilidade reduzida e dá outras providências.

Você pode ter mais pessoas acessando suas informações ou serviços;

Ao ter mais acessos, seu website garantirá a adesão dessa comunidade e simpatizantes, e atrairá mais anunciante.





Padrões de acessibilidades

Consórcio World Wide Web (W3C) criado por TIM Berners-Lee desenvolve padrões universais para web criou, em 1999, o WAI (Web Accessibility Initiative) e publicou as “Recomendações de Acessibilidade para o Conteúdo da Web 2.0”

No Brasil, o decreto nº 5.296 de dezembro de 2004 estabeleceu um prazo para tornar acessíveis os sites da administração pública, de interesse público ou financiado pelo governo.

Para viabilizar a implantação dessa lei, foi criado pelo Governo Eletrônico e em conformidade com os padrões internacionais. O Modelo de Acessibilidade Brasileiro (e-MAG), conjunto de recomendações para que o processo de acessibilidade dos sites do governo brasileiro seja conduzido de forma padronizada e de fácil implementação.



As necessidades que a "acessibilidade web" pretende abordar incluem:

· Visual: Deficiências visuais, incluindo cegueira, outros tipos comuns de baixa visão e baixa acuidade visual, vários tipos de daltonismo;

· Motora / Mobilidade: por exemplo, dificuldade ou impossibilidade de utilizar as mãos, incluindo tremores, lentidão muscular, perda ou baixo controle muscular, entre outras, devidas a condições tais como doença de Parkinson, distrofia muscular, paralisia cerebral, acidente vascular cerebral;

· Auditivos: Surdez ou deficiência auditiva, incluindo indivíduos com pouca audição;

· Convulsões: convulsão visual causada pelos efeitos estroboscópicos ou pisca-pisca.

· Cognitiva / Intelectual: Deficiência de desenvolvimento, dificuldades de aprendizagem (dislexia, discalculia, entre outras), e deficiências cognitivas de várias origens, afetando a memória, a atenção, o desenvolvimento (maturidade) as habilidades lógicas e de resolução de problemas, entre outras;


Muitos desenvolvedores criam seus websites com códigos sujos, muitas vezes gerados automaticamente por softwares e IDE’s que ajudam os iniciantes na criação dos projetos.
É extremamente importante que nessa nova fase de sites responsivos, que os desenvolvedores façam seus códigos limpos, e que escrevam apenas códigos que serão realmente usados. Fazendo códigos o mais simples possível, evitando exageros.


Evite:
   Div's desnecessárias
   Estilos CSS e JavaScripts inlines (use sempre arquivos externos)
   JavaScript ou arquivos Flash sem fallback
   position absolute ou posicionamentos float desnecessários
   Evite códigos redundantes ou códigos que não são 100% úteis


Procure usar:
  Doctype html5
  Use um Reset CSS
  Código simples e semântico
  Técnicas simples para elementos como barras de navegação, menus, etc.

Ele explica que há três áreas na web que ajudam na democratização da internet. São elas: acessibilidade, dados abertos, plataforma para uma web aberta. De acordo com ele, o W3C segue essas diretrizes na ação. Confira o depoimento de Vagner Diniz para o Portal EBC.

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